MUSICA PARA LA ETERNIDAD

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Qualquer demente percebe que esse Nessy é Mario César Ingenito

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 8:43 am

Qualquer demente percebe que esse Nessy é Mario César Ingenito, a nao ser que esses pobres foreros atiradores de tomates sejam tão dementes aponto nao conseguir reconhecer o demente maior que osl idera kkkkkkkkkkkk homens que defendem com tomates................................................................nao existe nada mais horroroso do que rap em espanhol, parece a turma do chaves e chapolin cantando
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Kadosh

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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  mataril el Lun Sep 01, 2014 5:01 pm

Kadosh escribió:Qualquer demente percebe que esse Nessy é Mario César Ingenito, a nao ser que esses pobres foreros atiradores de tomates sejam tão dementes aponto nao conseguir reconhecer o demente maior que osl idera kkkkkkkkkkkk homens que defendem com tomates................................................................nao existe nada mais  horroroso do que rap em espanhol, parece a turma do chaves e chapolin cantando

nessy es mario?

Pues claro, por fin desperto alguien en el foro en esta caverna platonica
MARIO ES NESSY Y NESSY ES KADOSH Y KADOSH ES OREJUDO Y OREJUDO ES MARTILLO.

Esa es la meta TODOS SOMOS TODOS y sino estamos ahi ESTAMOS EN EL CEPO

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mataril

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sindrome del maestro

Mensaje  mataril el Lun Sep 01, 2014 5:10 pm

normalmente todos entran igual, dando lecciones, pegando sus textos los cuales en cierta medida no nos piden que los leamos, sino que los cumplamos.
si haces caso omiso a los textos se sienten ofendidos y no tardan en atacar

ese es todo su conocimiento LA IMPOSICION
les hay muy habiles
todos hacen lo mismo


habria que hacer una lista de los predicadores que han pasado por aqui, de todos esos lobos disfrazados de oveja
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mataril

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Tô ouvindo alguém gritar meu nome.

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:13 pm



(Aí mano, o Guina mandou isso aqui pra você)
Tô ouvindo alguém gritar meu nome.
Parece um mano meu, é voz de homem.
Eu não consigo ver quem me chama.
É tipo a voz do Guina .
Não, não, não, o Guina tá em cana.
Será? Ouvi dizer que morreu.
Última vez que eu o vi, eu lembro até que eu não quis ir, ele foi.
Parceria forte aqui era nós dois.
Louco, louco, louco e como era.
Cheirava pra caralho, (vixe) sem miséria.
Doido ponta firme.
Foi professor no crime.
Também maior sangue frio, não dava boi pra ninguém(Hamm...)
Puta aquele mano era foda.
Só moto nervosa.
Só mina da hora.
Só roupa da moda.
Deu uma pá de blusa pra mim.
Naquela fita na butique do Itaim.
Mas sem essa de sermão, mano, eu também quero ser assim.
Vida de ladrão, não é tão ruim.
Pensei, entrei no outro assalto pulei, pronto, aí o Guina deu mó ponto:
- Aí é um assalto, todo mundo pro chão, pro chão...!
- Aí filho da puta, aqui ninguém tá de brincadeira não!
- Mais eu ofereço o cofre mano, o cofre, o cofre.....
- Vamo lá que o bicho vai pegar!

Pela primeira vez vi o sistema aos meu pés.
Apavorei, desempenho nota dez.
Dinheiro na mão, o cofre já tava aberto.
O segurança tentou ser mais esperto, então.
Foi defender o patrimônio do playboy, cuzão. (tiros)
Não vai dar mais pra ser super-heroi.
Se o seguro vai cobrir (hehe), foda-se, e daí ?
Hamm... O Guina não tinha dó.
Se reagir, bum, vira pó.
Sinto a garganta ressecada.
E a minha vida escorrer pela escada
Mas se eu sair daqui eu vou mudar

Eu to ouvindo alguém me chamar (2x)

Tinha um maluco lá na rua de trás.
Que tava com moral até demais.
Ladrão, ladrão, e dos bons.
Especialista em invadir mansão.
Comprava brinquedo a reviria.
Chamava a molecada e distribuía.
Sempre que eu via ele tava só.
O cara é gente fina mas eu sou melhor.
Eu aqui na pior, ele tem o que eu quero.
Jóia escondida e uma 380.
Num desbaratino ele até se crescia.
Se páh, ignorava até que eu existia.
Tem um brilho na janela, é então.
A bola da vez tá vendo televisão.
(Psiu....Vamo, vai, entramo)

Guina no portão, eu e mais um mano.
- Como é que é neguinho?
Humm.... Se dirigia a mim, e ria, ria, como se eu não fosse nada.
Ria, como fosse ter virada.
Estava em jogo, meu nome e atitude. (tiros)
Era uma vez Robin Hood.
Fulano sangue ruim, caiu de olho aberto.
Tipo me olhando, Hee, me jurando.
Eu tava bem de perto e acertei os seis.
O Guina foi e deu mais três.
Lembro que um dia o Guina me falou.
Que não sabia bem o que era amor.
Falava quando era criança.
Uma mistura de ódio, frustração e dor.
De como era humilhante ir pra escola.
Usando a roupa dada de esmola.
De ter um pai inútil, digno de dó.
Mais um bêbado, filho da puta e só.
Sempre a mesma merda, todo dia igual
Sem feliz aniversário, Páscoa ou Natal.
Longe dos cadernos, bem depois.
A primeira mulher e o 22.
Prestou vestibular no assalto do busão.
Numa agência bancária se formou ladrão.
Não, não se sente mais inferior.
Aí neguinho, agora eu tenho o meu valor.
Guina, eu tinha mó admiração, ó.
Considerava mais do que meu próprio irmão, ó.
Ele tinha um certo dom pra comandar.
Tipo, linha de frente em qualquer lugar.
Tipo, condição de ocupar um cargo bom e tal.
Talvez em uma multinacional.
É foda, pensando bem que desperdício.
Aqui na área acontece muito disso.
Inteligência e personalidade, mofando atrás da porra de uma grade.
Eu só queria ter moral e mais nada.
Mostrar pro meu irmão.
Pros cara da quebrada.
Uma caranga e uma mina de esquema.
Algum dinheiro resolvia o meu problema.
O que eu tô fazendo aqui?
Meu tênis sujo de sangue, aquele cara no chão.
Uma criança chorando e eu com um revólver na mão.
Ou era um quadro do terror, e eu que fui ao autor.
Agora é tarde, eu já não podia mais.
Parar com tudo, nem tentar voltar atrás.
Mas no fundo, mano, eu sabia.
Que essa porra ia zoa minha vida um dia.
Me olhei no espelho e não reconheci.
Estava enlouquecendo, não podia mais dormir.
Preciso ir até o fim.
Será que Deus ainda olha pra mim?
Eu sonho toda madrugada.
Com criança chorando e alguém dando risada.
Não confiava nem na minha própria sombra.
Mas segurava a minha onda.
Sonhei que uma mulher me falou, eu não sei o lugar.
Que um conhecido meu (quem?) ia me matar.
Precisava acalmar a adrenalina.
Precisava parar com a cocaína.
Não to sentindo meu braço.
Nem me mexer da cintura pra baixo
Ninguém na multidão vem me ajudar.
Que sede da porra, eu preciso respirar.
Cadê meu irmão?

Eu to ouvindo alguém me chamar (2x)

Nunca mais vi meu irmão.
Diz que ele pergunta de mim, não sei não.
A gente nunca teve muito a ver.
Outra idéia, outro rolê.
Os malucos lá do bairro.
Já falava de revólver, droga, carro.
Pela janela da classe eu olhava lá fora.
A rua me atraia mais do que a escola.
Fiz dezessete, tinha que sobreviver.
Agora eu era um homem.
Tinha que correr.
No mundão você vale o que tem.
Eu não podia contar com ninguém.
Cuzão, fica você com seu sonho de doutor.
Quando acordar cê me avisa, morô?
Eu e meu irmão, era como óleo e água.
Quando eu sai de casa trouxe muita mágoa.
Isso há mais ou menos seis anos atrás.
Porra, mó saudade do meu pai!
Me chamaram para roubar um posto.
Eu tava duro, era mês de Agosto.
Mais ou menos três e meia, luz do dia.
Tudo fácil demais, só tinha um vigia.
Não sei, não deu tempo, eu não vi, ninguém viu.
Atiraram na gente, o moleque caiu.
Prometi pra mim mesmo, era a última vez.
Porra, ele só tinha dezesseis.
Não, não, não, tô afim de parar.
Mudar de vida, ir pra outro lugar.
Um emprego decente, sei lá.
Talvez eu volte a estudar.
Dormir a noite era difícil pra mim.
Medo, pensamento ruim.
Ainda ouço gargalhadas, choro e vozes
A noite era longa, mó neurose.
Tem uns malucos atrás de mim.
Qual é? Eu nem sei.
Diz que o Guina tá em cana e eu que caguetei.
Logo quem, logo eu, olha só, ó.
Que sempre segurei os B.O.
Não, eu não sou bobo, eu sei qual é que é!
Mas eu não to com esse dinheiro que os cara quer.
Maior que o medo, o que eu tinha era decepção.
A trairagem, a pilantragem, a traição.
Meus aliado, meus mano, meus parceiro.
Querendo me matar por dinheiro.
Vivi sete anos em vão.
Tudo que eu acreditava não tem mais razão, não.
Meu sobrinho nasceu.
Diz que o rosto dele é parecido com o meu.
Hee, diz, um pivete eu sempre quis.
Meu irmão merece ser feliz.
Deve estar a essa altura.
Bem perto de fazer a formatura.
Acho que é direito, advocacia.
Acho que era isso que ele queria.
Sinceramente eu me sinto feliz.
Graças a Deus, não fez o que eu fiz.
Minha finada mãe, proteja o seu menino.
O diabo agora guia o meu destino.
Se o Júri for generoso comigo.
Quinze anos para cada latrocínio
Sem dinheiro pra me defender.
Homem morto, cagueta, sem ser.
Que se foda, deixa acontecer
Não há mais nada a fazer.
Essa noite eu resolvi sair.
Tava calor demais, não dava pra dormir.
Ia levar meu canhão, sei lá, decidi que não.
É rapidinho, não tem precisão.
Muita criança, pouco carro, vou tomar um ar.
Acabou meu cigarro, vou até o bar.
( E aí, como é que é, e aquela lá ó?)
To devagar, to devagar.
Tem uns baratos que não dá pra perceber.
Que tem mó valor e você não vê.
Uma pá de árvore na praça, as crianças na rua.
O vento fresco na cara, as estrela, a lua.
Dez minutos atrás, foi como uma premonição.
Dois moleques caminharam em minha direção.
Não vou correr, eu sei do que se trata.
Se é isso que eles querem.
Então vem, me mata.
Disse algum barato pra mim que eu não escutei.
Eu conhecia aquela arma, é do Guina, eu sei.
Uma 380 prateada, que eu mesmo dei.
Um moleque novato com a cara assustada
(Aí mano, o Guina mandou isso aqui pra você)
Mas depois do quarto tiro eu não vi mais nada.
Sinto a roupa grudada no corpo.
Eu quero viver, não posso estar morto.
Mas se eu sair daqui eu vou mudar.
Eu tô ouvindo alguém me chamar.

Link: http://www.vagalume.com.br/racionais-mcs/to-ouvindo-alguem-me-chamar.html#ixzz3C7X2ydDk
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Um homem na estrada

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:16 pm



Um homem na estrada recomeça sua vida.
Sua finalidade: a sua liberdade.
Que foi perdida, subtraída;
e quer provar a si mesmo que realmente mudou,
que se recuperou e quer viver em paz, não olhar
para trás, dizer ao crime: nunca mais!
Pois sua infância não foi um mar de rosas, não.
Na Febem, lembranças dolorosas, então.
Sim, ganhar dinheiro, ficar rico, enfim.
Muitos morreram sim, sonhando alto assim,
me digam quem é feliz,
quem não se desespera, vendo
nascer seu filho no berço da miséria.
Um lugar onde só tinham como atração,
o bar e o candomblé pra se tomar a benção.
Esse é o palco da história que por mim será contada.
...um homem na estrada.

Equilibrado num barranco um cômodo mal acabado e sujo,
porém, seu único lar, seu bem e seu
refúgio.
Um cheiro horrível de esgoto no quintal,
por cima ou por baixo, se chover será fatal.
Um pedaço do inferno, aqui é onde eu estou.
Até o IBGE passou aqui e nunca mais voltou.
Numerou os barracos, fez uma pá de perguntas.
Logo depois esqueceram, filha da puta!
Acharam uma mina morta e estuprada,
deviam estar com muita raiva.
"Mano, quanta paulada!".
Estava irreconhecível, o rosto desfigurado.
Deu meia noite e o corpo ainda estava lá,
coberto com lençol, ressecado pelo sol, jogado.
O IML estava só dez horas atrasado.
Sim, ganhar dinheiro, ficar rico, enfim,
quero que meu filho nem se lembre daqui,
tenha uma vida segura.
Não quero que ele cresça com um "oitão" na cintura
e uma "PT" na cabeça.
E o resto da madrugada sem dormir, ele pensa
o que fazer para sair dessa situação.
Desempregado então.
Com má reputação.
Viveu na detenção.
Ninguém confia não.
...e a vida desse homem para sempre foi danificada.
Um homem na estrada...

Um homem na estrada..

Amanhece mais um dia e tudo é exatamente igual.
Calor insuportável, 28 graus.
Faltou água, já é rotina, monotonia, não tem prazo pra voltar, hã!
já fazem cinco dias.
São dez horas, a rua está agitada,
uma ambulância foi chamada com extrema urgência.
Loucura, violência exagerado.
Estourou a própria mãe, estava embriagado.
Mas bem antes da ressaca ele foi julgado.
Arrastado pela rua o pobre do elemento,
o inevitável linchamento, imaginem só!
Ele ficou bem feio, não tiveram dó.
Os ricos fazem campanha contra as drogas
e falam sobre o poder destrutivo dela.
Por outro lado promovem e ganham muito dinheiro
com o álcool que é vendido na favela.

Empapuçado ele sai, vai dar um rolê.
Não acredita no que vê, não daquela maneira,
crianças, gatos, cachorros disputam palmo a palmo seu café da manhã na lateral da feira,
Molecada sem futuro, eu já consigo ver, só vão na escola pra comer,
Apenas nada mais, como é que vão aprender sem incentivo de alguém, sem orgulho e sem respeito,
sem saúde e sem paz.
Um mano meu tava ganhando um dinheiro,
tinha comprado um carro,
até rolex tinha!
Foi fuzilado a queima roupa no colégio, abastecendo a playboyzada de farinha,
Ficou famoso, virou notícia, rendeu dinheiro aos jornais, ham!, cartaz à policia
Vinte anos de idade, alcançou os primeiros lugares... super-star do notícias populares!
Uma semana depois chegou o crack, gente rica por trás, diretoria.
Aqui, periferia, miséria de sobra.
Um salário por dia garante a mão-de-obra.
A clientela tem grana e compra bem, tudo em casa, costa quente de sócio.
A playboyzada muito louca até os ossos!
Vender droga por aqui, grande negócio.
Sim, ganhar dinheiro ficar rico enfim,
Quero um futuro melhor, não quero morrer assim,
num necrotério qualquer, um indigente, sem nome e sem nada,
o homem na estrada.

Assaltos na redondeza levantaram suspeitas,
logo acusaram favela para variar,
E o boato que corre é que esse homem está, com o seu nome lá na lista dos suspeitos,
pregada na parede do bar.

A noite chega e o clima estranho no ar,
e ele sem desconfiar de nada, vai dormir tranqüilamente,
mas na calada caguentaram seus antecedentes,
como se fosse uma doença incurável, no seu braço a tatuagem, DVC, uma passagem, 157 na lei...
No seu lado não tem mais ninguém.

A Justiça Criminal é implacável.
Tiram sua liberdade, família e moral.
Mesmo longe do sistema carcerário, te chamarão para sempre de ex presidiário.
Não confio na polícia, raça do caralho.
Se eles me acham baleado na calçada, chutam minha cara e cospem em mim é..
eu sangraria até a morte...
Já era, um abraço!.
Por isso a minha segurança eu mesmo faço.

É madrugada, parece estar tudo normal.
Mas esse homem desperta, pressentindo o mal, muito cachorro latindo.
Ele acorda ouvindo barulho de carro e passos no quintal.
A vizinhança está calada e insegura, premeditando o final que já conhecem bem.
Na madrugada da favela não existem leis, talvez a lei do silêncio, a lei do cão talvez.
Vão invadir o seu barraco, é a polícia!
Vieram pra arregaçar, cheios de ódio e malícia, filhos da puta, comedores de carniça!
Já deram minha sentença e eu nem tava na "treta", não são poucos e já vieram muito loucos.
Matar na crocodilagem, não vão perder viagem, quinze caras lá fora, diversos calibres, e eu apenas
com uma "treze tiros" automática.
Sou eu mesmo e eu, meu deus e o meu orixá.
No primeiro barulho, eu vou atirar.
Se eles me pegam, meu filho fica sem ninguém, e o que eles querem: mais um "pretinho" na febem.
Sim, ganhar dinheiro ficar rico enfim, a gente sonha a vida inteira e só acorda no fim, minha verdade
foi outra, não dá mais tempo pra nada... bang! bang! bang!

Homem mulato aparentando entre vinte e cinco e trinta anos é encontrado morto na estrada do
M'Boi Mirim sem número.
Tudo indica ter sido acerto de contas entre quadrilhas rivais.
Segundo a polícia, a vitíma tinha vasta ficha criminal."

Link: http://www.vagalume.com.br/racionais-mcs/homem-na-estrada.html#ixzz3C7XS78c3
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2pac When We Ride On Our Enemies

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:22 pm

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Busdriver Imaginary places

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:24 pm

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Edan - Sing It Shitface

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:25 pm

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Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:27 pm

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De La Soul - Ring Ring Ring (Ha Ha Hey)

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:30 pm

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Afroman - Tumbleweed

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:33 pm

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2Pac - Don't make Enemies With Me

Mensaje  Kadosh el Lun Sep 01, 2014 7:57 pm

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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  Mar...tillo el Lun Sep 01, 2014 10:01 pm


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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  nessy el Mar Sep 02, 2014 1:36 am



yo voy a vencer al gran cuervo , tu le das la mano

me he comido tus quantums , ahora comeras los mios , vete soltandole la mano
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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  nessy el Mar Sep 02, 2014 2:09 am

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Não disse que Nessy era Mária Ingenito! kkkkkkkkkkk

Mensaje  Kadosh el Mar Sep 02, 2014 7:13 am

Não disse que Nessy era Mária Ingenito! kkkkkkkkkkk
Aí está a prova! e a confissão! kkkkkkkkkkk
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Não há negro que atire melhor do que eu à distância

Mensaje  Kadosh el Mar Sep 02, 2014 9:19 am

Rua Odilon Santos, 205 - Shopping Rio Vermelho - Loja 115.
Rio Vermelho - Salvador - Bahia
CEP.: 41940-350

Nossos telefones

Tel. (71) 3334-7659
Fax. (71) 3334-7659
Cel. (71) 9195-0208

No Brasil, ou em qualquer outro país...
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The Sniper

Mensaje  Kadosh el Mar Sep 02, 2014 11:26 am

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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  orejudo el Lun Sep 15, 2014 8:59 pm


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Re: MUSICA PARA LA ETERNIDAD

Mensaje  nessy el Jue Sep 18, 2014 3:36 am

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Janis Joplin with Big Brother And The Holding Company - Combination of the Two

Mensaje  Kadosh el Jue Sep 18, 2014 3:32 pm

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e: Pink Floyd - House of the Rising Sun NOT

Mensaje  Kadosh el Jue Sep 18, 2014 3:33 pm

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The Doors - Stairway to Heaven

Mensaje  Kadosh el Jue Sep 18, 2014 3:34 pm

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T-Bone Walker - The Complete Imperial Recordings 1950-1954

Mensaje  Kadosh el Jue Sep 18, 2014 3:35 pm

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